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Política

O relatório do Golpe: senadora Eliziane pede indiciamento de ex-presidente Jair Bolsonaro

Última atualização 17 de outubro de 2023 20:01
Publicado 17 de outubro de 2023
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Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

A leitura do relatório da senadora Eliziane Gama na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro durou cerca de oito horas nesta terça-feira (17). De acordo com o documento de 1333 páginas, a ação foi planejada e orquestrada, com a manipulação de massas por meio de um discurso de ódio. O objetivo, segundo a parlamentar, seria dividir cada vez mais a população, com a tentativa de descredibilizar as instituições democráticas e o sistema eleitoral.

No texto, a senadora do PSD do Maranhão pediu 61 indiciamentos de indivíduos que estariam envolvidos nos ataques. Entre os nomes se destacam o do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro e da parlamentar Carla Zambelli. Além dessas figuras, pessoas ligadas à cúpula de Bolsonaro também entraram na lista. São os casos do ex-ministro da Casa Civil, Walter Braga Netto; o ex-presidente de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República do Brasil, general Augusto Heleno e o ex-ajudante de ordens Mauro Cid. Confira a lista completa de indicados no link a seguir: 

  • Jair Messias Bolsonaro;
  • Walter Souza Braga Netto;
  • Augusto Heleno Ribeiro Pereira;
  • Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira;
  • Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira;
  • Almir Garnier Santos;
  • Marco Antônio Freire Gomes;
  • Mauro Cesar Barbosa Cid;
  • Luís Marcos dos Reis;
  • Ailton Gonçalves Moraes Barros;
  • Antônio Elcio Franco Filho;
  • Jean Lawand Júnior;
  • Anderson Gustavo Torres;
  • Marília Ferreira de Alencar;
  • Silvinei Vasques;
  • Carlos José Russo Assumpção Penteado;
  • Carlos Feitosa Rodrigues;
  • Wanderli Baptista da Silva Junior;
  • André Luiz Furtado Garcia;
  • Alex Marcos Barbosa Santos;
  • José Eduardo Natale de Paula Ferreira;
  • Laércio da Costa Júnior;
  • Alexandre Santos Amorim;
  • Jader Silva Santos;
  • Fábio Augusto Vieira;
  • Klepter Rosa Gonçalves;
  • Jorge Eduardo Barreto Naime;
  • Paulo José Ferreira de Souza Bezerra;
  • Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues;
  • Flávio Silvestre;
  • Rafael Pereira Martins;
  • Filipe Garcia Martins Pereira;
  • Tércio Arnaud Tomaz;
  • Fernando Nascimento Pessoa;
  • José Matheus Sales Gomes;
  • Alexandre Carlos de Souza e Silva;
  • Marcelo de Ávila;
  • Maurício Junot;
  • Carla Zambelli;
  • Marcelo Costa Câmara;
  • Ridauto Lúcio Fernandes
  • Meyer Nigri;
  • Adauto Lúcio de Mesquita;
  • Joveci Xavier de Andrade;
  • Mauriro Soares de Jesus;
  • Ricardo Pereira Cunha;
  • Enric Juvenal da Costa Laureano;
  • Antônio Galvan;
  • Jeferson da Rocha;
  • Vitor Geraldo Gaiardo;
  • Humberto Falcão;
  • Luciano Jayme Guimarães;
  • José Alípio Fernandes da Silveira;
  • Valdir Edemar Fries;
  • Júlio Augusto Gomes Nunes;
  • Joel Ragagnin;
  • Lucas Costa Beber;
  • Alan Juliani;
  • George Washington de Oliveira Sousa;
  • Alan Diego dos Santos Rodrigues;
  • Wellington Macedo de Souza.

A relatora da CPMI acredita que o que ocorreu no dia 8 de janeiro foi uma junção das ideias e ações propagadas pelo Bolsonarismo desde 2018. Em leitura do relatório com os titulares e suplentes da CPMI, Eliziane reforçou como a manipulação criou um efeito cascata.

“A democracia brasileira foi atacada: massas foram manipuladas com discurso de ódio; milicianos digitais foram empregados para disseminar o medo, desqualificar adversários e promover ataques ao sistema eleitoral; forças de segurança foram cooptadas”, leu Eliziane durante a apresentação do documento. Os crimes considerados para os ataques foram: 

  • Dano qualificado;
  • Explosão;
  • Incitação ao crime;
  • Associação criminosa;
  • Corrupção passiva;
  • Prevaricação;
  • Crimes contra o Estado de Democrático de Direito  (abolição e golpe de Estado);
  • Crimes contra o Ordenamento Urbano e o Patrimônio Cultural;
  • Impedimento ou embaraço ao exercício do sufrágio;

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