{"id":132420,"date":"2025-10-13T08:23:06","date_gmt":"2025-10-13T11:23:06","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=132420"},"modified":"2025-10-13T08:23:06","modified_gmt":"2025-10-13T11:23:06","slug":"extrativismo-sustentavel-na-amazonia-e-tema-do-caminhos-da-reportagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=132420","title":{"rendered":"Extrativismo sustent\u00e1vel na Amaz\u00f4nia \u00e9 tema do Caminhos da Reportagem"},"content":{"rendered":"\n<p>Nesta segunda-feira (13), a&nbsp;<strong>TV Brasil<\/strong>&nbsp;exibe, \u00e0s 23h, um novo epis\u00f3dio do programa&nbsp;<em>Caminhos da Reportagem<\/em>, que tem como tema \u201cExpedi\u00e7\u00e3o Ituxi: a Amaz\u00f4nia que Sobrevive\u201d.&nbsp;<strong>Uma equipe&nbsp;viajou at\u00e9 o cora\u00e7\u00e3o da floresta amaz\u00f4nica para mostrar como funciona a Reserva Extrativista (Resex) Ituxi, que utiliza, de forma econ\u00f4mica e sustent\u00e1vel, os recursos de uma \u00e1rea de conserva\u00e7\u00e3o.<\/strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1662411&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1662411&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Criada em 2008 pelo governo federal, a reserva ocupa \u00e1rea de 7,7 mil km\u00b2, o equivalente a seis vezes o munic\u00edpio do Rio de Janeiro, e surgiu a partir da demanda de comunidades tradicionais que vivem na regi\u00e3o.<\/strong>A ideia foi permitir que a popula\u00e7\u00e3o pudesse sobreviver dos recursos da floresta sem comprometer sua sustentabilidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Vanderleide Souza, do Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio), conta que a iniciativa surgiu de uma necessidade local. \u201cA Reserva Ituxi estava sendo atacada pelo Sul, por grilagem de terras. E, com isso, est\u00e1vamos perdendo nossa terra\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>De acordo com os respons\u00e1veis, s\u00e3o permitidas atividades como pesca, coleta de frutos e sementes e at\u00e9 mesmo o corte de \u00e1rvores<\/strong>. No entanto, tudo \u00e9 feito de forma controlada, para evitar que os recursos se esgotem e para que a natureza tenha tempo de se recuperar sem deixar cicatrizes no ecossistema.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cToda atividade realizada dentro da reserva extrativista precisa estar prevista no plano de utiliza\u00e7\u00e3o ou no plano de manejo da unidade\u201d, explica Samuel Nienow, tamb\u00e9m do ICMBio. Ele acrescenta: \u201cGarimpo n\u00e3o pode. Cria\u00e7\u00e3o de gado, de forma geral, tamb\u00e9m n\u00e3o. Assim como o desmatamento de grandes \u00e1reas.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>A coleta de castanha \u00e9 a principal atividade econ\u00f4mica desenvolvida na Resex Ituxi.<\/strong>&nbsp;\u201cEstou acostumado a colher castanha h\u00e1 quase 40 anos. Isso faz parte da nossa tradi\u00e7\u00e3o\u201d, afirma Manoel Freitas, castanheiro como os pais e av\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Desmatamento<\/h2>\n\n\n\n<p>O&nbsp;<em>Caminhos da Reportagem<\/em>&nbsp;mostra que a extra\u00e7\u00e3o de madeira tamb\u00e9m ocorre na Resex Ituxi. No entanto, essa atividade \u00e9 fortemente regulada porque qualquer derrubada de \u00e1rvore exige licenciamento ambiental.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cAo derrubar uma \u00e1rvore, s\u00f3 se pode voltar \u00e0quela regi\u00e3o ap\u00f3s 10 anos. \u00c9 preciso respeitar o ciclo da floresta, para que ela se renove, se regenere e s\u00f3 ent\u00e3o se retome a explora\u00e7\u00e3o naquela \u00e1rea\u201d, ressalta Marcus Biazatti, do Idesam, instituto que atua com comunidades tradicionais na Amaz\u00f4nia, promovendo pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis em bioeconomia.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>A Ituxi integra um conjunto de \u00e1reas protegidas, que incluem terras ind\u00edgenas, um parque nacional e uma floresta nacional. Essa regi\u00e3o est\u00e1 localizada \u00e0s margens do chamado&nbsp;Arco do Desmatamento, uma faixa de 500 mil quil\u00f4metros quadrados onde a fronteira agr\u00edcola avan\u00e7a sobre a floresta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cNosso maior desafio \u00e9 manter a qualidade ambiental da unidade, n\u00e3o por causa do uso dos extrativistas que vivem dentro dela, mas porque pessoas de fora est\u00e3o chegando \u00e0s bordas e desmatando o entorno da reserva\u201d, destaca Nienow.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nesta segunda-feira (13), a&nbsp;TV Brasil&nbsp;exibe, \u00e0s 23h, um novo epis\u00f3dio do programa&nbsp;Caminhos da Reportagem, que tem como tema \u201cExpedi\u00e7\u00e3o Ituxi: a Amaz\u00f4nia que Sobrevive\u201d.&nbsp;Uma equipe&nbsp;viajou at\u00e9 o cora\u00e7\u00e3o da floresta amaz\u00f4nica para mostrar como funciona a Reserva Extrativista (Resex) Ituxi, que utiliza, de forma econ\u00f4mica e sustent\u00e1vel, os recursos de uma \u00e1rea de conserva\u00e7\u00e3o. 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