{"id":129017,"date":"2024-10-15T19:09:25","date_gmt":"2024-10-15T22:09:25","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=127834"},"modified":"2024-10-15T19:09:25","modified_gmt":"2024-10-15T22:09:25","slug":"infraestrutura-do-sudeste-e-boa-ou-otima-para-64-dos-industriais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=129017","title":{"rendered":"Infraestrutura do Sudeste \u00e9 boa ou \u00f3tima para 64% dos industriais"},"content":{"rendered":"\n<p>Estudo divulgado nesta ter\u00e7a-feira (15) pela&nbsp;Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI)&nbsp;revela que 64%&nbsp;dos empres\u00e1rios do setor&nbsp;consideram as condi\u00e7\u00f5es de infraestrutura da Regi\u00e3o Sudeste como \u00f3timas (9%) ou boas (55%). Para&nbsp;31%, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 regular. O&nbsp;percentual de empres\u00e1rios que classificam as condi\u00e7\u00f5es de&nbsp;infraestrutura da regi\u00e3o&nbsp;como ruins \u00e9 de 3%, e aqueles que avaliam como p\u00e9ssima representam 2%.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1615337&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1615337&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>O estudo Panorama da Infraestrutura \u2013 Regi\u00e3o Sudeste re\u00fane informa\u00e7\u00f5es sobre as \u00e1reas de transporte, energia, saneamento b\u00e1sico e telecomunica\u00e7\u00f5es, bem como as propostas para melhorias da infraestrutura nos quatro estados da regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Este trabalho \u00e9 o terceiro de uma s\u00e9rie de cinco produzidos pela CNI com o objetivo de estabelecer um retrato das condi\u00e7\u00f5es de infraestrutura nas regi\u00f5es brasileiras, identificando necessidades de investimento e pleitos do setor industrial.<\/p>\n\n\n\n<p>O presidente da CNI, Ricardo Alban, ressalta que o relat\u00f3rio busca contribuir para a melhoria da infraestrutura na regi\u00e3o, fator fundamental para o fortalecimento da ind\u00fastria e da economia. \u201cO setor produtivo brasileiro sente o elevado d\u00e9ficit de infraestrutura e os efeitos da deteriora\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es nessa importante \u00e1rea da economia. Estradas sem conserva\u00e7\u00e3o, energia cara e restri\u00e7\u00f5es para o acesso aos principais portos repercutem diretamente na competitividade da ind\u00fastria nacional e na atra\u00e7\u00e3o de investimentos para o pa\u00eds\u201d, afirma Alban.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a CNI, o Sudeste \u00e9 respons\u00e1vel por 52% do PIB industrial brasileiro, o que reflete em grandes desafios para moderniza\u00e7\u00e3o dos acessos portu\u00e1rios, explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo no pr\u00e9-sal e aproveitamento de fontes renov\u00e1veis como as hidrel\u00e9tricas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cOs maiores problemas de infraestrutura no Sudeste est\u00e3o associados ao transporte rodovi\u00e1rio e \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de acesso mar\u00edtimo aos principais portos. A precariedade das rodovias p\u00fablicas e o comprometimento da capacidade no Porto de Santos preocupam o setor industrial\u201d, destaca o diretor de Rela\u00e7\u00f5es Institucionais da CNI, Roberto Muniz.<\/p>\n\n\n\n<p>O diretor alerta que a constru\u00e7\u00e3o de uma agenda de investimentos na infraestrutura \u00e9 um trabalho complexo, considerando um pa\u00eds de dimens\u00f5es continentais como o Brasil. \u201cCada regi\u00e3o tem suas particularidades e, portanto, diferentes estrat\u00e9gias devem ser adotadas para atender \u00e0s necessidades locais, promovendo a efici\u00eancia e sustentabilidade dos projetos\u201d, acrescenta Muniz.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados indicam que, para o Sudeste superar as restri\u00e7\u00f5es log\u00edsticas, \u00e9 fundamental que sejam priorizadas obras de manuten\u00e7\u00e3o, adequa\u00e7\u00e3o e expans\u00e3o de corredores log\u00edsticos estrat\u00e9gicos, como a Ferrovia Centro Atl\u00e2ntica (FCA), a BR-381, a BR-116, a BR-101, a BR-262 e a Terceira Via de Liga\u00e7\u00e3o entre a Baixada Santista e a Capital Paulista.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Obras paradas<\/h2>\n\n\n\n<p>Dos 4.325 contratos analisados pelo Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU) nos estados que comp\u00f5em a Regi\u00e3o Sudeste, foram identificadas 2.338 obras paralisadas (54%). Dos v\u00e1rios setores da infraestrutura, o saneamento b\u00e1sico e os transportes est\u00e3o entre aqueles com mais elevado n\u00famero de registros de paralisa\u00e7\u00f5es na regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Novo PAC<\/h2>\n\n\n\n<p>O Novo Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento (PAC), anunciado em agosto de 2023, prev\u00ea investimentos de R$ 1,7 trilh\u00e3o em todos os estados do Brasil, sendo R$ 759,7 bilh\u00f5es em obras, servi\u00e7os e empreendimentos na Regi\u00e3o Sudeste.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo divulgado nesta ter\u00e7a-feira (15) pela&nbsp;Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI)&nbsp;revela que 64%&nbsp;dos empres\u00e1rios do setor&nbsp;consideram as condi\u00e7\u00f5es de infraestrutura da Regi\u00e3o Sudeste como \u00f3timas (9%) ou boas (55%). Para&nbsp;31%, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 regular. 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