{"id":127982,"date":"2024-09-17T15:32:35","date_gmt":"2024-09-17T18:32:35","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=126714"},"modified":"2024-09-17T15:32:35","modified_gmt":"2024-09-17T18:32:35","slug":"producao-de-petroleo-da-uniao-ultrapassa-86-mil-barris-diarios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=127982","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo da Uni\u00e3o ultrapassa 86 mil barris di\u00e1rios"},"content":{"rendered":"\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo da Uni\u00e3o alcan\u00e7ou novo recorde em julho, chegando a 86 mil barris de petr\u00f3leo por dia (bpd). O volume \u00e9 referente aos oito contratos de partilha (81,76 mil bpd) e aos Acordos de Individualiza\u00e7\u00e3o da Produ\u00e7\u00e3o (AIPs) das \u00e1reas n\u00e3o contratadas de Tupi e Atapu. O resultado \u00e9 21,13% acima da produ\u00e7\u00e3o de junho e foi influenciado principalmente pelo aumento da produ\u00e7\u00e3o de Mero. No mesmo per\u00edodo, a Uni\u00e3o teve direito a uma produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural de 175 mil metros c\u00fabicos por dia (m\u00b3) por dia, 5,4% maior do que o resultado de junho. Os dados fazem parte do Boletim Mensal da Produ\u00e7\u00e3o, divulgado nesta ter\u00e7a-feira (17) pela PPSA (Pr\u00e9-Sal Petr\u00f3leo).<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1612553&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1612553&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>No regime de partilha, a Uni\u00e3o tem direito a uma parcela da produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural de todos os campos licitados. Hoje existem 24 contratos assinados em regime de partilha e oito deles est\u00e3o produzindo. Ou seja, a Uni\u00e3o tem direito a uma parcela da produ\u00e7\u00e3o de cada um destes campos.<\/p>\n\n\n\n<p>A PPSA \u00e9 a empresa que faz a gest\u00e3o destes contratos e tamb\u00e9m \u00e9 a empresa que comercializa estas parcelas.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a PPSA representa a Uni\u00e3o nos acordos de individualiza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o no pol\u00edgono do pr\u00e9-sal. Ou seja, toda vez que um bloco arrematado por qualquer empresa que esteja operando no pol\u00edgono &nbsp;extrapole a \u00e1rea contratada, ampliando assim a sua produ\u00e7\u00e3o em uma \u00e1rea n\u00e3o contratada, \u00e9 necess\u00e1rio fazer um acordo de individualiza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o. A PPSA representa a Uni\u00e3o neste acordo e assim a Uni\u00e3o passa tamb\u00e9m a ter direito a uma parcela da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A Uni\u00e3o n\u00e3o \u00e9 uma empresa operadora, mas ela tem produ\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o de ter participa\u00e7\u00e3o em oito contratos e em mais dois acordos de individualiza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o das \u00e1reas n\u00e3o contratadas de Tupi e Atapu.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a diretora t\u00e9cnica e presidente interina da PPSA, Tabita Loureiro, com esse novo recorde, a Uni\u00e3o se posicionou, em julho, como a sexta maior produtora de petr\u00f3leo do pa\u00eds. \u201cCome\u00e7amos o ano na nona posi\u00e7\u00e3o no&nbsp;<em>ranking<\/em>&nbsp;e estamos crescendo. Vamos ter muito \u00f3leo para comercializar nos pr\u00f3ximos anos. Amanh\u00e3 faremos um novo processo de venda spot para comercializar 1,5 milh\u00e3o de barris de petr\u00f3leo em tr\u00eas cargas dos campos de Atapu, S\u00e9pia e Itapu e em 2025 teremos um novo leil\u00e3o na B3 para vender as cargas de 2026\u201d, disse ela.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Contratos de partilha de produ\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>A produ\u00e7\u00e3o total dos contratos em regime de partilha est\u00e1 est\u00e1vel em 1 milh\u00e3o de barris de petr\u00f3leo por dia. S\u00e3o oito contratos em produ\u00e7\u00e3o e o campo de B\u00fazios segue como o maior produtor, com cerca de 470 mil bpd, seguido de Mero (302 mil bpd) e S\u00e9pia (97,4 mil bpd). Desde 2017, in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica, a produ\u00e7\u00e3o acumulada em regime de partilha \u00e9 de 873 milh\u00f5es de barris de petr\u00f3leo. A produ\u00e7\u00e3o acumulada da Uni\u00e3o soma 48,37 milh\u00f5es de barris.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda em julho, a produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural dispon\u00edvel para exporta\u00e7\u00e3o em regime de partilha foi 4,11 milh\u00f5es de m\u00b3 por dia. O resultado representa aumento de 8% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. O melhor resultado foi devido ao aumento da exporta\u00e7\u00e3o de g\u00e1s no FPSO Carioca, no Campo de S\u00e9pia. Deste total, a Uni\u00e3o teve direito a uma produ\u00e7\u00e3o de 175 mil m\u00b3 por dia, somando os resultados do AIP de Tupi. Desde 2017, in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica, a exporta\u00e7\u00e3o acumulada de g\u00e1s natural em regime de partilha \u00e9 de 2,5 bilh\u00f5es. A parcela acumulada da Uni\u00e3o soma 192 milh\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo da Uni\u00e3o alcan\u00e7ou novo recorde em julho, chegando a 86 mil barris de petr\u00f3leo por dia (bpd). O volume \u00e9 referente aos oito contratos de partilha (81,76 mil bpd) e aos Acordos de Individualiza\u00e7\u00e3o da Produ\u00e7\u00e3o (AIPs) das \u00e1reas n\u00e3o contratadas de Tupi e Atapu. 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