{"id":126183,"date":"2024-08-08T11:55:51","date_gmt":"2024-08-08T14:55:51","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=124964"},"modified":"2024-08-08T11:55:51","modified_gmt":"2024-08-08T14:55:51","slug":"em-recuperacao-pos-chuvas-industria-gaucha-cresce-349-em-junho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=126183","title":{"rendered":"Em recupera\u00e7\u00e3o p\u00f3s-chuvas, ind\u00fastria ga\u00facha cresce 34,9% em junho"},"content":{"rendered":"\n<p>A retomada da produ\u00e7\u00e3o nas f\u00e1bricas ga\u00fachas em junho, m\u00eas seguinte \u00e0s enchentes que inundaram grande parte do Rio Grande do Sul, fez com que a produ\u00e7\u00e3o industrial no estado tivesse um crescimento de 34,9%, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal Regional, divulgada nesta quinta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). A expans\u00e3o \u00e9 a maior j\u00e1 registrada pelo estado na s\u00e9rie hist\u00f3rica da pesquisa.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1607050&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1607050&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>O resultado do estado foi tamb\u00e9m o maior entre os 18 locais pesquisados pelo IBGE. A explica\u00e7\u00e3o do salto dado pela produ\u00e7\u00e3o industrial ga\u00facha est\u00e1 na base de compara\u00e7\u00e3o negativa, j\u00e1 que em maio houve recuo de 26,3%, em um cen\u00e1rio em que muitas f\u00e1bricas ficaram fechadas ou em baixo ritmo, por causa dos alagamentos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), 63% das f\u00e1bricas ga\u00fachas&nbsp;<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2024-06\/enchentes-paralisaram-63-das-industrias-gauchas-revela-pesquisa\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">tiveram paralisa\u00e7\u00e3o parcial ou total no per\u00edodo das chuvas<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Com os dados de maio severamente prejudicados, a retomada da atividade em junho tem um efeito estat\u00edstico mais expressivo, al\u00e9m de j\u00e1 ter compensado as perdas do m\u00eas anterior. Esse resultado j\u00e1 era esperado, segundo avalia o analista da pesquisa Bernardo Almeida.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDepois de um per\u00edodo de paralisa\u00e7\u00e3o em decorr\u00eancia das inunda\u00e7\u00f5es provocadas pelas fortes chuvas no estado, houve retomada das atividades em diversas plantas industriais. Isso foi determinante para o resultado positivo da ind\u00fastria ga\u00facha em junho, sendo a taxa positiva mais intensa da ind\u00fastria local desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica\u201d, explicou Almeida.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os setores que contribu\u00edram para esse comportamento positivo est\u00e3o os de produtos qu\u00edmicos, derivados do petr\u00f3leo, ve\u00edculos automotores, m\u00e1quinas e equipamentos e metalurgia.<\/p>\n\n\n\n<p>Como o Rio Grande do Sul tem um peso de 6,8% no total da ind\u00fastria brasileira, o crescimento de junho foi, al\u00e9m de o maior, o de maior influ\u00eancia para o desempenho nacional, que apresentou expans\u00e3o de 4,1% ante maio.<\/p>\n\n\n\n<p>Com os \u00faltimos resultados conhecidos, a ind\u00fastria ga\u00facha est\u00e1 2,7% acima do patamar pr\u00e9-pandemia, comportamento semelhante ao da ind\u00fastria nacional de 2,8%.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de a retomada de junho ter compensando a queda de maio, no acumulado do ano a produ\u00e7\u00e3o industrial do Rio Grande do Sul apresenta recuo de 1% e de 2,3% no acumulado de 12 meses. J\u00e1 a m\u00e9dia nacional cresceu 2,6% no ano e 1,5% em 12 meses.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Estados<\/h2>\n\n\n\n<p>Na passagem de maio para julho, o Par\u00e1 figura com a segunda maior alta, 9,7%. Os setores extrativo e de metalurgia foram os maiores respons\u00e1veis pelo resultado positivo do estado.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o Paulo, maior parque industrial do pa\u00eds, cresceu 1,3% no per\u00edodo, perdendo apenas para o Rio Grande do Sul, em termos de influ\u00eancia positiva.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cOs setores de alimentos, derivados do petr\u00f3leo, ve\u00edculos automotores e farmac\u00eauticos foram os que mais influenciaram o comportamento da ind\u00fastria do estado\u201d, destaca Bernardo Almeida.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse resultado deixa a ind\u00fastria paulista 3,6% acima do patamar pr\u00e9-pandemia.<\/p>\n\n\n\n<p>No lado das quedas, a Regi\u00e3o Nordeste caiu 6%, Bahia 5,4% e Pernambuco 5,2%, registraram as taxas mais expressivas.<\/p>\n\n\n\n<p>O IBGE apura resultados regionais nas 17 unidades da federa\u00e7\u00e3o com participa\u00e7\u00e3o de, no m\u00ednimo, 0,5% no total da industrial nacional, e para o Nordeste como um todo.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A retomada da produ\u00e7\u00e3o nas f\u00e1bricas ga\u00fachas em junho, m\u00eas seguinte \u00e0s enchentes que inundaram grande parte do Rio Grande do Sul, fez com que a produ\u00e7\u00e3o industrial no estado tivesse um crescimento de 34,9%, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal Regional, divulgada nesta quinta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). 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