{"id":124934,"date":"2024-07-25T12:11:22","date_gmt":"2024-07-25T15:11:22","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=124319"},"modified":"2024-07-25T12:11:22","modified_gmt":"2024-07-25T15:11:22","slug":"emprego-no-comercio-levou-3-anos-para-retomar-nivel-pre-pandemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=124934","title":{"rendered":"Emprego no com\u00e9rcio levou 3 anos para retomar n\u00edvel pr\u00e9-pandemia"},"content":{"rendered":"\n<p><br>As empresas do setor de com\u00e9rcio no Brasil precisaram de 3 anos para retomar o n\u00edvel de emprego pr\u00e9-pandemia da covid-19. A constata\u00e7\u00e3o est\u00e1 na Pesquisa Anual de Com\u00e9rcio, divulgada nesta quinta-feira (25), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n\n\n\n<p>O levantamento traz dados de 2022, quando o com\u00e9rcio brasileiro empregou 10,3 milh\u00f5es de pessoas. Esse n\u00famero supera em 157,3 mil o contingente de 2019, \u00faltimo ano antes da pandemia surgir. O ponto m\u00e1ximo da s\u00e9rie iniciada em 2007 \u00e9 10,6 milh\u00f5es, em 2014.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Estamos longe do valor da m\u00e1xima hist\u00f3rica, mas houve crescimento, depois de 2020, em todos os anos, aumento do n\u00famero de pessoas ocupadas&#8221;, avalia o pesquisador do IBGE Marcelo Miranda Freire Melo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/XBcB49AjorUF-XMKX4NsPv5wZIE=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/reabertura_do_comercio_em_sao_paulo_fase_de_transicao_rvrsa_abr_190420212801_1.jpg?itok=hyPIKDC8\" alt=\"Lojas reabertas no Shopping Light ap\u00f3s in\u00edcio da fase de transi\u00e7\u00e3o do Plano S\u00e3o Paulo para combate \u00e0 covid-19, que permite o funcionamento das lojas de shopping centers das 11h \u00e0s 19h.\" style=\"width:506px;height:auto\" title=\"Rovena Rosa\/Ag\u00eancia Brasil\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sup><sub>Pesquisa foi feita com empresas do com\u00e9rcio varejista, com\u00e9rcio por atacado e com\u00e9rcio de ve\u00edculos, pe\u00e7as e motocicletas &#8211;\u00a0<strong>Rovena Rosa\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/sub><\/sup><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><\/h6>\n\n\n\n<p>A pesquisa \u00e9 feita com empresas de 22 setores de tr\u00eas grandes segmentos: com\u00e9rcio varejista, com\u00e9rcio por atacado e com\u00e9rcio de ve\u00edculos, pe\u00e7as e motocicletas.<\/p>\n\n\n\n<p>O instituto explica que a diferen\u00e7a entre varejo e atacado \u00e9 o destino da venda. No varejo, a finalidade \u00e9 o uso pessoal e dom\u00e9stico; enquanto no atacado, outras empresas e \u00f3rg\u00e3os da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>O com\u00e9rcio varejista \u00e9 o carro-chefe na ocupa\u00e7\u00e3o de trabalhadores, com 7,6 milh\u00f5es de empregos em 2022. O atacado responde por 1,9 milh\u00e3o, o maior da s\u00e9rie hist\u00f3rica, e o com\u00e9rcio de ve\u00edculos automotores, pe\u00e7as e motocicletas emprega 846,2 mil.<\/p>\n\n\n\n<p>O segmento que mais emprega individualmente \u00e9 o de hiper e supermercados, com 14,8% dos ocupados, o que equivale a 1,5 milh\u00e3o de pessoas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Term\u00f4metro do PIB<\/h2>\n\n\n\n<p>A pesquisa identificou 1,4 milh\u00e3o de empresas que operam em 1,6 milh\u00e3o de endere\u00e7os. Essas companhias tiveram receita l\u00edquida operacional de R$ 6,7 trilh\u00f5es. Elas apresentaram um valor adicionado bruto de R$ 1,1 trilh\u00e3o \u2013 esse montante representa o quanto contribu\u00edram para o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de todos os bens e servi\u00e7os produzidos no pa\u00eds).<\/p>\n\n\n\n<p>A maior parte da receita (51%) foi gerada pelo com\u00e9rcio por atacado, seguido pelo com\u00e9rcio varejista (40,2%) e pelo com\u00e9rcio de ve\u00edculos, pe\u00e7as e motocicletas (8,8%).<\/p>\n\n\n\n<p>O IBGE considera que a atividade comercial \u00e9 um importante term\u00f4metro da economia, pois \u201ctende a repercutir os ciclos das atividades econ\u00f4micas, particularmente as varia\u00e7\u00f5es na renda das fam\u00edlias e nas condi\u00e7\u00f5es de oferta de cr\u00e9dito\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Remunera\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/m-9x_k0-7YWQocZhqvIkStgWt2c=\/463x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/dinheiro_caixa_mcajr_abr_2907221128.jpg?itok=5Ly3yw4u\" alt=\"Dinheiro\" title=\"Marcello Casal JrAg\u00eancia Brasil\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sup><sub>Trabalhadores em empresas de com\u00e9rcio em 2022 receberam R$ 318 bilh\u00f5es em sal\u00e1rios &#8211;\u00a0<strong>Marcello Casal JrAg\u00eancia Brasil<\/strong><\/sub><\/sup><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><\/h6>\n\n\n\n<p>As 10,3 milh\u00f5es de pessoas que trabalhavam em empresas de com\u00e9rcio em 2022 receberam R$ 318 bilh\u00f5es em sal\u00e1rios e outras remunera\u00e7\u00f5es. O IBGE mede o sal\u00e1rio m\u00e9dio do setor em sal\u00e1rio m\u00ednimo. Em 2022, o indicador chegou a dois sal\u00e1rios m\u00ednimos, um recorde da s\u00e9rie hist\u00f3rica. Entre o in\u00edcio da s\u00e9rie e 2021, havia varia\u00e7\u00e3o entre 1,8 e 1,9 sal\u00e1rios m\u00ednimos.<\/p>\n\n\n\n<p>A explica\u00e7\u00e3o para o recorde foi o crescimento do sal\u00e1rio m\u00e9dio pago no segmento de com\u00e9rcio de ve\u00edculos, pe\u00e7as e motocicletas, o \u00fanico dos tr\u00eas grandes setores a ter aumento de 2021 para 2022. &#8220;Esse valor influencia o resultado do com\u00e9rcio como um todo&#8221;, assinala o pesquisador do IBGE.<\/p>\n\n\n\n<p>O com\u00e9rcio por atacado apresentou o maior sal\u00e1rio m\u00e9dio (2,9 sal\u00e1rios m\u00ednimos) em 2022, seguido pelo com\u00e9rcio de motocicletas, pe\u00e7as e ve\u00edculos (2,3) e pelo com\u00e9rcio varejista (1,7).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Com\u00e9rcio virtual<\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/TkCl5L5Rig22rYM_7pFU7NY3YCo=\/463x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2024\/06\/01\/_ja_2712.jpg?itok=HisjXdaj\" alt=\"Bras\u00edlia (DF) 24\/01\/2022 \u2013 Unidade de distribui\u00e7\u00e3o dos Correios em Bras\u00edlia.\n Foto: Jo\u00e9dson Alves\/Ag\u00eancia Brasil\" title=\"Jo\u00e9dson Alves\/Ag\u00eancia Brasil\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sup><sub>Aumento do com\u00e9rcio virtual aconteceu em todos os segmentos do varejo &#8211; Foto: Jo\u00e9dson Alves\/Ag\u00eancia Brasil<\/sub><\/sup><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><\/h6>\n\n\n\n<p>A pandemia da covid-19, que imp\u00f4s restri\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias em todo o pa\u00eds, como isolamento social e lockdowns, que provocaram mudan\u00e7as profundas na atividade econ\u00f4mica, \u00e9 refletida, conforme deixa expl\u00edcito o estudo do IBGE, nos n\u00fameros do com\u00e9rcio virtual.<\/p>\n\n\n\n<p>O instituto identificou um crescimento no n\u00famero de neg\u00f3cios que adotaram o com\u00e9rcio pela internet, seja por sites, redes sociais, aplicativos ou WhatsApp. O n\u00famero passou de 1,9 mil em 2019 para 3,4 mil em 2022, acr\u00e9scimo de 79,2%.<\/p>\n\n\n\n<p>O aumento aconteceu em todos os segmentos do varejo. A pesquisa revela ainda que em 2019, 4,7% das empresas de com\u00e9rcio varejista vendiam pela internet. Em 2022, o percentual alcan\u00e7ou 8%.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de mais empresas aderirem ao com\u00e9rcio virtual, o IBGE constatou que houve um recuo no percentual da receita bruta do varejo na forma de comercializa\u00e7\u00e3o pela internet no \u00faltimo ano investigado pela pesquisa. Em 2019, o patamar era de 5,3%, que chegou a 9,1% em 2021, antes de cair para 8,4% em 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o pesquisador do IBGE Marcelo Melo, a queda do \u00faltimo ano n\u00e3o \u00e9 um indicativo de que a comercializa\u00e7\u00e3o pela internet, necessariamente, caiu.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c\u00c9 um indicativo de que as pessoas voltaram tamb\u00e9m a comprar os produtos de forma presencial\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cComo a gente est\u00e1 lidando com valor percentual de participa\u00e7\u00e3o, se esse percentual cai n\u00e3o significa que a atividade caiu propriamente dita\u201d,observa. Na opini\u00e3o de Melo, o com\u00e9rcio pela internet \u00e9 &#8220;uma tend\u00eancia que veio para ficar&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Regi\u00f5es<\/h2>\n\n\n\n<p>A ampla observa\u00e7\u00e3o do IBGE sobre as empresas de com\u00e9rcio mostra que o Sudeste lidera o setor em receita bruta de revenda, n\u00famero de unidades locais, pessoal ocupado e remunera\u00e7\u00f5es. Em seguida aparecem as regi\u00f5es Sul, Nordeste, Centro-Oeste e Norte.<\/p>\n\n\n\n<p>O Sudeste representava 50,6% do pessoal ocupado em 2022 e 54,6% do total de sal\u00e1rios e outras remunera\u00e7\u00f5es. Na outra ponta, o Norte era respons\u00e1vel por 3,5% das vagas e 3,2% do dinheiro recebido pelos trabalhadores.<\/p>\n\n\n\n<p>O Sudeste era tamb\u00e9m a \u00fanica regi\u00e3o com sal\u00e1rio m\u00e9dio acima da m\u00e9dia nacional, de dois sal\u00e1rios m\u00ednimos. As empresas de com\u00e9rcio da regi\u00e3o pagavam 2,1 sal\u00e1rios m\u00ednimos. No piso do ranking figurava o Nordeste, com m\u00e9dia de 1,5 sal\u00e1rio m\u00ednimo. O Sul registrou remunera\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de dois sal\u00e1rios m\u00ednimos, acima do Centro-Oeste (1,9) e do Norte (1,8).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Estados<\/h2>\n\n\n\n<p>Ao fazer uma an\u00e1lise dos \u00faltimos dez anos, intervalo de tempo para, segundo o IBGE, identificar mudan\u00e7as estruturais, duas Unidades da Federa\u00e7\u00e3o (UF) experimentaram altera\u00e7\u00f5es de destaque no ranking de receita bruta de revenda.<\/p>\n\n\n\n<p>O Rio de Janeiro deixou a terceira posi\u00e7\u00e3o que ocupava em 2013 e aparece na sexta coloca\u00e7\u00e3o em 2022, com 6,2% de participa\u00e7\u00e3o, ante 8,4%. O motivo principal para essa queda foi a perda de relev\u00e2ncia da atividade de com\u00e9rcio de ve\u00edculos.<\/p>\n\n\n\n<p>O pesquisador Marcelo Melo lembra que nos \u00faltimos anos o Rio de Janeiro sofreu uma crise econ\u00f4mica, o que pode ser uma explica\u00e7\u00e3o para a perda de participa\u00e7\u00e3o. \u201cIsso pode gerar impacto no com\u00e9rcio da regi\u00e3o\u201d, avalia.<\/p>\n\n\n\n<p>No outro extremo, o Mato Grosso saltou do 11\u00ba para o s\u00e9timo lugar no mesmo per\u00edodo. O destaque no estado foi o com\u00e9rcio por atacado.<\/p>\n\n\n\n<p>O pesquisador Marcelo Melo faz a ressalva de que a mudan\u00e7a de posi\u00e7\u00e3o no ranking de participa\u00e7\u00e3o n\u00e3o significa necessariamente que o com\u00e9rcio de uma UF est\u00e1 caindo, e o de outra est\u00e1 crescendo. &#8220;Isso \u00e9 participa\u00e7\u00e3o no total. Pode significar que um estado est\u00e1 crescendo em velocidade maior que outros\u201d, explica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o Paulo (28,6% de participa\u00e7\u00e3o), Minas Gerais (10%), Paran\u00e1 (8,2%), Rio Grande do Sul (6,8%) e Santa Catarina (6,5%) lideraram a fila em 2022.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/2O7dJKRHDuAQ8gKwS9eH060Urgc=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2024\/07\/24\/empresas_de_comercio.jpg?itok=nt3wxaiE\" alt=\"Bras\u00edlia (DF), 24.07.2024 - Arte para a ma\u00e9ria sobre com\u00e9rcio. Arte\/Ag\u00eancia Brasil\" style=\"width:568px;height:auto\" title=\"Arte\/Ag\u00eancia Brasil\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As empresas do setor de com\u00e9rcio no Brasil precisaram de 3 anos para retomar o n\u00edvel de emprego pr\u00e9-pandemia da covid-19. A constata\u00e7\u00e3o est\u00e1 na Pesquisa Anual de Com\u00e9rcio, divulgada nesta quinta-feira (25), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). 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