{"id":123643,"date":"2024-06-14T12:24:08","date_gmt":"2024-06-14T15:24:08","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=122706"},"modified":"2024-06-14T12:24:08","modified_gmt":"2024-06-14T15:24:08","slug":"producao-industrial-recua-em-cinco-dos-15-locais-pesquisados-em-abril","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=123643","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o industrial recua em cinco dos 15 locais pesquisados em abril"},"content":{"rendered":"\n<p>Na passagem de mar\u00e7o para abril, a produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria brasileira recuou em cinco das 15 regi\u00f5es pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). A constata\u00e7\u00e3o est\u00e1 na Pesquisa Ind\u00fastria Mensal (PIM) Regional, divulgada nesta sexta-feira (14).<\/p>\n\n\n\n<p>Par\u00e1 e Bahia foram os estados com as maiores quedas. Por outro lado, S\u00e3o Paulo&nbsp;teve resultado positivo, situando-se em patamar acima da pandemia.<\/p>\n\n\n\n<p>Na m\u00e9dia nacional, a ind\u00fastria&nbsp;<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2024-06\/industria-recua-05-em-abril-mas-acumula-alta-em-2024\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">apresentou queda<\/a>&nbsp;de 0,5% em abril, conforme mostrou o IBGE na semana passada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Maiores baixas<\/h2>\n\n\n\n<p>O Par\u00e1 teve a maior influ\u00eancia no resultado nacional, apresentando queda de 11,2%. O desempenho foi pressionado pelo setor extrativo. \u201cTrata-se de um local com maior concentra\u00e7\u00e3o industrial no setor extrativo\u201d, explicou o analista da pesquisa&nbsp;Bernardo Almeida. Esse foi o maior recuo no estado desde maio de 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>A segunda maior queda e influ\u00eancia foi na Bahia, que regrediu 5,4%, ap\u00f3s ter tido alta nos tr\u00eas primeiros meses do ano. O comportamento nos setores de derivados do petr\u00f3leo e produtos qu\u00edmicos ajuda a explicar o resultado.<\/p>\n\n\n\n<p>As demais regi\u00f5es com recuo na produ\u00e7\u00e3o industrial foram Goi\u00e1s (-0,9%), Minas Gerais (-0,5%) e o Nordeste (-0,1%).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Altas<\/h2>\n\n\n\n<p>O maior crescimento e influ\u00eancia foi no Paran\u00e1, com 12,8%. O resultado se deu devido ao desempenho do setor de derivados do petr\u00f3leo e da ind\u00fastria de alimentos, al\u00e9m dos setores de ve\u00edculos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA alta \u00e9 a mais intensa desde setembro de 2020, quando cresceu 13,5% em um momento de recupera\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria ap\u00f3s os primeiros meses da pandemia de covid-19, com afrouxamento do isolamento e do distanciamento social\u201d, aponta Almeida.<\/p>\n\n\n\n<p>Pernambuco foi outro destaque positivo com a segunda maior expans\u00e3o (12,2%), figurando como terceira maior influ\u00eancia na m\u00e9dia nacional. \u201cO resultado foi influenciado pelos setores de ve\u00edculos automotores e derivados do petr\u00f3leo\u201d, destaca o analista.<\/p>\n\n\n\n<p>A segunda maior influ\u00eancia veio de S\u00e3o Paulo, onde fica a maior parte da ind\u00fastria brasileira. O crescimento de 1,9%, depois de dois meses de resultados negativos, deixa o parque fabril paulista em um patamar 1,8% superior ao n\u00edvel pr\u00e9-pandemia (fevereiro de 2000).<\/p>\n\n\n\n<p>O saldo positivo em abril foi puxado pelo desempenho do setor de alimentos, al\u00e9m das ind\u00fastrias de derivados do petr\u00f3leo e de ve\u00edculos.<\/p>\n\n\n\n<p>Os demais resultados positivos de abril foram em Mato Grosso (4,4%), no Amazonas (4,2%), Cear\u00e1 (3,9%), Esp\u00edrito Santo (2,7%), em Santa Catarina (0,4%), no Rio Grande do Sul (0,2%) e Rio de Janeiro (0,1%).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Rio Grande do Sul<\/h2>\n\n\n\n<p>O suplemento regional da PIM \u00e9 importante para observar como o desempenho da ind\u00fastria nacional se espalha pelo pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa traz dados de 17 unidades da Federa\u00e7\u00e3o com participa\u00e7\u00e3o de, no m\u00ednimo, 0,5% no total do valor da transforma\u00e7\u00e3o industrial nacional (Amazonas, Par\u00e1, Maranh\u00e3o, Cear\u00e1, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Esp\u00edrito Santo, Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo, Paran\u00e1, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Goi\u00e1s) e para a Regi\u00e3o Nordeste como um todo.<\/p>\n\n\n\n<p>A edi\u00e7\u00e3o de abril ainda n\u00e3o reflete os efeitos da calamidade no Rio Grande do Sul, uma vez que os efeitos mais severos das chuvas torrenciais aconteceram em&nbsp;maio. Os primeiros efeitos na ind\u00fastria ga\u00facha devem ser percebidos na pr\u00f3xima divulga\u00e7\u00e3o da PIM Regional, prevista para 12 de julho.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Acumulado do ano<\/h2>\n\n\n\n<p>No acumulado dos quatro primeiros meses de 2024, a ind\u00fastria nacional apresenta evolu\u00e7\u00e3o positiva de 3,5%, com alta em 17 dos 18 locais pesquisados. Os avan\u00e7os mais acentuados foram no Rio Grande do Norte (24,4%) e em Goi\u00e1s (11,3%). S\u00e3o Paulo cresceu 4,3%. Apenas o Par\u00e1 teve recuo (-1,7%).<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: Ag\u00eancia  Brasil <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na passagem de mar\u00e7o para abril, a produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria brasileira recuou em cinco das 15 regi\u00f5es pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). A constata\u00e7\u00e3o est\u00e1 na Pesquisa Ind\u00fastria Mensal (PIM) Regional, divulgada nesta sexta-feira (14). 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