{"id":119349,"date":"2024-03-27T16:40:14","date_gmt":"2024-03-27T19:40:14","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=119349"},"modified":"2024-03-27T16:40:14","modified_gmt":"2024-03-27T19:40:14","slug":"nascimentos-no-pais-atingem-em-2022-menor-patamar-em-45-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=119349","title":{"rendered":"Nascimentos no pa\u00eds atingem em 2022 menor patamar em 45 anos"},"content":{"rendered":"\n<p>O Brasil registrou 2.542.298 nascimentos em 2022, segundo dados das Estat\u00edsticas de Registro Civil&nbsp;divulgadas nesta quarta-feira (27)&nbsp;pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). O n\u00famero \u00e9 3,5% menor do que o registrado em 2021 (2.635.854) e 10,8% abaixo da m\u00e9dia dos dez anos antes da pandemia de covid-19, de 2010 a 2019 (2.850.430). Essa \u00e9 a quarta redu\u00e7\u00e3o consecutiva nos nascimentos registrados, que atingiram o menor patamar desde 1977, ou seja, em 45 anos.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1587689&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1587689&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA redu\u00e7\u00e3o da natalidade e da fecundidade no pa\u00eds, j\u00e1 sinalizada pelos \u00faltimos censos demogr\u00e1ficos, somada, em alguma medida, aos efeitos da pandemia, s\u00e3o elementos a serem considerados no estudo sobre a evolu\u00e7\u00e3o dos nascimentos ocorridos no Brasil nos \u00faltimos anos\u201d, afirma a pesquisadora do IBGE Kl\u00edvia Brayner&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Foram observadas quedas, de 2021 para 2022, em todas as regi\u00f5es do pa\u00eds, com destaques para as regi\u00f5es Nordeste (-6,7%) e Norte (-3,8%). Entre as 27&nbsp;unidades da Federa\u00e7\u00e3o, as principais redu\u00e7\u00f5es ocorreram na Para\u00edba (-9,9%), no Maranh\u00e3o (-8,5%), em Sergipe (-7,8%) e no Rio Grande do Norte (-7,3%).<\/p>\n\n\n\n<p>Os \u00fanicos estados com aumento no n\u00famero de nascimentos no per\u00edodo foram Santa Catarina (2,0%) e Mato Grosso (1,8%).<\/p>\n\n\n\n<p>Os meses com maiores n\u00fameros de nascimentos registrados em 2022 foram mar\u00e7o (233.177) e maio (230.798). Outubro registrou o menor n\u00famero: 189.003.<\/p>\n\n\n\n<p>O IBGE tamb\u00e9m constatou que houve recuo na participa\u00e7\u00e3o das m\u00e3es com at\u00e9 29 anos entre o total de nascimentos, entre 2000 e 2022. Por outro lado, as m\u00e3es com 30 anos ou mais aumentaram sua participa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com os dados apresentados nesta quarta-feira, as m\u00e3es com menos de 20 anos respondiam por 21,6% dos nascimentos em 2000, passando para 18,5% em 2010 e para 12,1% em 2022. A mesma tend\u00eancia ocorreu com as m\u00e3es entre 20 e 29 anos, que passaram de 54,5% em 2000, para 53,1% em 2010 e 49,2% em 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>A parcela das m\u00e3es com 30 a 39 anos, por outro lado, subiu de 22% em 2000 para 26,1% em 2010 e 34,5% em 2022. As m\u00e3es com 40 anos ou mais respondiam por 2% dos nascimentos em 2000, passando para 2,3% em 2010 e 4,2% em 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>O total de nascimentos ocorridos e n\u00e3o registrados no Brasil&nbsp;em 2021&nbsp;foi estimado em 55.511, ou seja, 2,1% do total.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\u00d3bitos<\/h2>\n\n\n\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m revelou que o Brasil registrou 1,5 milh\u00e3o de mortes em 2022, uma queda de 15,8%, ou seja, 281,5 mil a menos&nbsp;em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. A queda das mortes \u00e9 um efeito da imuniza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o contra a covid-19.<\/p>\n\n\n\n<p>O ano de 2021 tinha registrado recorde de mortes (1,78 milh\u00e3o), na s\u00e9rie hist\u00f3rica da pesquisa, iniciada em 1974. Ainda assim, 2022 teve aumento dos \u00f3bitos em rela\u00e7\u00e3o a 2019, ano pr\u00e9-pandemia (1,31 milh\u00e3o de mortes).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No in\u00edcio de 2022, a covid-19 ainda afetou o n\u00famero de mortes, devido \u00e0 variante \u00f4micron. Janeiro teve um total de 161,18 mil \u00f3bitos, o quinto m\u00eas com maior mortalidade da pandemia, ficando atr\u00e1s apenas do per\u00edodo de mar\u00e7o a junho de 2021.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dado que chama a aten\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a 2022&nbsp;\u00e9 o aumento do n\u00famero de mortes para a popula\u00e7\u00e3o com menos de 15 anos. O crescimento chegou a 7,8% em rela\u00e7\u00e3o a 2021 para as pessoas com at\u00e9 14 anos. Entre as crian\u00e7as de 1 a 4 anos, a alta foi ainda maior (27,7%).<\/p>\n\n\n\n<p>Para Kl\u00edvia, o aumento das mortes nessa faixa et\u00e1ria pode ter rela\u00e7\u00e3o com a vacina\u00e7\u00e3o tardia de crian\u00e7as e adolescentes contra a&nbsp;covid-19, j\u00e1 que entre as principais causas dos \u00f3bitos est\u00e3o doen\u00e7as respirat\u00f3rias como gripe, pneumonia, bronquiolite e asma.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil registrou 2.542.298 nascimentos em 2022, segundo dados das Estat\u00edsticas de Registro Civil&nbsp;divulgadas nesta quarta-feira (27)&nbsp;pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). O n\u00famero \u00e9 3,5% menor do que o registrado em 2021 (2.635.854) e 10,8% abaixo da m\u00e9dia dos dez anos antes da pandemia de covid-19, de 2010 a 2019 (2.850.430). 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