{"id":119237,"date":"2024-03-22T12:03:55","date_gmt":"2024-03-22T15:03:55","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=119187"},"modified":"2024-03-22T12:03:55","modified_gmt":"2024-03-22T15:03:55","slug":"um-em-cinco-jovens-brasileiros-de-15-a-29-anos-nao-estuda-nem-trabalha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=119237","title":{"rendered":"Um em cinco jovens brasileiros de 15 a 29 anos n\u00e3o estuda nem trabalha"},"content":{"rendered":"\n<p><br>Uma parcela de 19,8% dos jovens de 15 a 29 anos no Brasil, ou seja, um entre cinco, n\u00e3o estudava&nbsp;nem trabalhava em 2023, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (Pnad) Cont\u00ednua, divulgada nesta sexta-feira (22), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1586696&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1586696&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>Em n\u00fameros absolutos, eram 9,6 milh\u00f5es de pessoas nessa situa\u00e7\u00e3o. O estudo constatou que, por outro lado, 15,3% dos jovens trabalhavam e estudavam, 39,4% apenas trabalhavam e 25,5% apenas estudavam.<\/p>\n\n\n\n<p>A parcela de jovens que n\u00e3o trabalhavam nem estudavam recuou em compara\u00e7\u00e3o com 2022 (20%) e com 2019 (22,4%). \u201cEssa popula\u00e7\u00e3o que nem estudava, nem se qualificava e nem trabalhava vem diminuindo porque, nos \u00faltimos anos, a gente teve um aporte maior de jovens na for\u00e7a de trabalho. Essa popula\u00e7\u00e3o foi sendo reduzida mais pela via mercado de trabalho do que necessariamente via educa\u00e7\u00e3o\u201d, explica a pesquisadora do IBGE Adriana Beringuy.<\/p>\n\n\n\n<p>O percentual de jovens que n\u00e3o trabalhavam nem estudavam era ainda mais alto entre aqueles com 18 a 24 anos, faixa et\u00e1ria adequada para o ensino superior: 24% ou aproximadamente uma entre quatro pessoas. Nessa faixa, 18% estudavam e trabalhavam, 39,4% s\u00f3 trabalhavam e 18,6% s\u00f3 estudavam.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre aqueles com 15 a 17 anos, 11,3% trabalhavam e estudavam, 2,3% s\u00f3 trabalhavam, 81,2% s\u00f3 estudavam e 5,1% n\u00e3o faziam nem uma coisa nem outra. J\u00e1 para aqueles com 25 a 29 anos, 13,8% trabalhavam e estudavam, 59,2% s\u00f3 trabalhavam, 4,8% s\u00f3 estudavam e 22,3% n\u00e3o faziam nenhuma das duas coisas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDe 15 a 17 anos, o principal arranjo \u00e9 n\u00e3o estar trabalhando e estar estudando, o que \u00e9 bastante desej\u00e1vel. De 18 a 24 anos, essa situa\u00e7\u00e3o de estar apenas estudando cai significativamente e aumenta a condi\u00e7\u00e3o de apenas trabalhar. O trabalho come\u00e7a a competir com os estudos na vida desse jovem. Mas cresce tamb\u00e9m a condi\u00e7\u00e3o de uma pessoa n\u00e3o estar trabalhando nem estudando. Por fim, de 25 a 29 anos, a gente tem quase 60% das pessoas voltadas integralmente para o trabalho\u201d, afirma a pesquisadora do IBGE.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qualifica\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>A Pnad Cont\u00ednua mostrou que 24,9 milh\u00f5es de jovens com 15 a 29 anos sem ensino superior completo n\u00e3o estudavam, n\u00e3o faziam curso profissionalizante nem cursavam pr\u00e9-vestibular.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos cursos t\u00e9cnicos e normal (magist\u00e9rio) de n\u00edvel m\u00e9dio, 9,1% dos estudantes de ensino m\u00e9dio estavam fazendo esse tipo de qualifica\u00e7\u00e3o profissional.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre aqueles que j\u00e1 tinham conclu\u00eddo o ensino m\u00e9dio mas n\u00e3o faziam faculdade, o percentual de pessoas que buscavam profissionaliza\u00e7\u00e3o por meio desses cursos era de 5,3%.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma parcela de 19,8% dos jovens de 15 a 29 anos no Brasil, ou seja, um entre cinco, n\u00e3o estudava&nbsp;nem trabalhava em 2023, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (Pnad) Cont\u00ednua, divulgada nesta sexta-feira (22), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). 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