{"id":116735,"date":"2024-01-26T19:28:28","date_gmt":"2024-01-26T22:28:28","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=116735"},"modified":"2024-01-26T19:28:28","modified_gmt":"2024-01-26T22:28:28","slug":"brasil-apresenta-prioridades-do-gt-sobre-sustentabilidade-ambiental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=116735","title":{"rendered":"Brasil apresenta prioridades do GT sobre Sustentabilidade Ambiental\u00a0"},"content":{"rendered":"\n<p>Os minist\u00e9rios do Meio Ambiente e Mudan\u00e7a do Clima (MMA) e das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores (MRE), coordenadores do&nbsp;<a href=\"http:\/\/Os minist\u00e9rios do Meio Ambiente e Mudan\u00e7a do Clima (MMA) e das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores (MRE), coordenadores do Grupo de Trabalho (GT) sobre Sustentabilidade Ambiental e Clim\u00e1tica do G20, apresentaram a representantes de organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil, nesta sexta-feira (26), LINK 1 como ser\u00e3o os trabalhos em 2024, sob a presid\u00eancia rotativa do Brasil. O G20 \u00e9 o f\u00f3rum que re\u00fane as principais economias do mundo, al\u00e9m da Uni\u00e3o Africana e da Uni\u00e3o Europeia.  Na abertura da sess\u00e3o virtual, a ministra do Meio Ambiente e Mudan\u00e7a do Clima, Marina Silva, explicou que o GT ter\u00e1 quatro temas priorit\u00e1rios para identificar solu\u00e7\u00f5es para os desafios ambientais e clim\u00e1ticos em \u00e2mbito mundial: adapta\u00e7\u00e3o preventiva e emergencial frente a eventos clim\u00e1ticos extremos; pagamentos por servi\u00e7os ecossist\u00eamicos (remunera\u00e7\u00e3o e incentivos a quem preserva recursos da natureza, como solo, \u00e1gua e biodiversidade); oceanos; e por fim, res\u00edduos e economia circular (desenvolvimento econ\u00f4mico associado a um melhor uso de recursos naturais).  A ministra declarou que o governo do presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva quer deixar um legado com a presid\u00eancia do G20, sob o lema Construir um mundo justo e um planeta sustent\u00e1vel. \u201cComo pa\u00eds em desenvolvimento, queremos mudar a percep\u00e7\u00e3o de que o G20 \u00e9 um espa\u00e7o fechado e restrito aos pa\u00edses do norte global. A presid\u00eancia brasileira direcionar\u00e1 os trabalhos com esse olhar solid\u00e1rio e construtivo, buscando criar pontes entre pa\u00edses em desenvolvimento e desenvolvidos\u201d, afirmou.  A ministra Marina Silva tamb\u00e9m enfatizou a import\u00e2ncia da presid\u00eancia brasileira do G20, ap\u00f3s as gest\u00f5es de dois outros pa\u00edses em desenvolvimento, a  \u00cdndia e a Indon\u00e9sia, e que ser\u00e1 sucedido pela \u00c1frica do Sul. \u201cQuatro pa\u00edses em desenvolvimento ter\u00e3o a oportunidade de assumir a presid\u00eancia dos 20 pa\u00edses mais ricos do mundo, que s\u00e3o respons\u00e1veis por 80% das emiss\u00f5es e 80% das finan\u00e7as globais. Se esses pa\u00edses resolverem fazer o dever de casa no combate \u00e0 pobreza, na redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00e3o [de gases de efeito estufa], a gente faz a diferen\u00e7a para mudar os problemas sociais e a grave crise clim\u00e1tica que o mundo est\u00e1 enfrentando\u201d, disse Marina Silva.  Participa\u00e7\u00e3o social  O primeiro di\u00e1logo virtual nesta sexta-feira contou com cerca de 800 participantes da sociedade civil, que fizeram perguntas aos representantes do MMA e do MRE.  Nas reuni\u00f5es que ocorrer\u00e3o at\u00e9 novembro, o GT pretende estimular e fortalecer as discuss\u00f5es e formula\u00e7\u00f5es de pol\u00edticas p\u00fablicas relacionadas aos temas propostos pelo grupo e que possam influenciar as decis\u00f5es do G20. \u201cA decis\u00e3o do presidente Lula \u00e9 de que n\u00e3o seja apenas uma a\u00e7\u00e3o do governo brasileiro ao arrepio dos anseios da sociedade brasileira. Queremos ser influenciados, dialogar com a sociedade brasileira para a grande contribui\u00e7\u00e3o do sul global\u201d, disse a ministra.  O posicionamento foi compartilhado pelo secret\u00e1rio de Clima, Energia e Meio Ambiente do Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, embaixador Andr\u00e9 Corr\u00eaa do Lago. \u201cEste governo est\u00e1 buscando assegurar uma participa\u00e7\u00e3o ativa da sociedade civil na elabora\u00e7\u00e3o de uma agenda que se tornou central, no G20\u201d.  A presidente da Funda\u00e7\u00e3o Nacional dos Povos Ind\u00edgenas (Funai), Joenia Wapichana, considera que os assuntos debatidos ser\u00e3o de extrema import\u00e2ncia aos povos ind\u00edgenas. \u201cOs povos ind\u00edgenas t\u00eam interesse em mostrar, al\u00e9m da preserva\u00e7\u00e3o ambiental, suas estrat\u00e9gias para a prote\u00e7\u00e3o das terras ind\u00edgenas e a necessidade de participarem de discuss\u00f5es que v\u00e3o beneficiar todo o planeta\u201d.  Combust\u00edveis f\u00f3sseis  Durante o encontro online, a organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental Observat\u00f3rio do Clima perguntou sobre o motivo desse grupo de trabalho n\u00e3o ter inclu\u00eddo como tema priorit\u00e1rio a transi\u00e7\u00e3o para o fim da depend\u00eancia de combust\u00edveis f\u00f3sseis.  O embaixador Andr\u00e9 Corr\u00eaa do Lago esclareceu que o assunto pode ser melhor debatido durante as Conven\u00e7\u00f5es Quadro das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Mudan\u00e7a do Clima Conven\u00e7\u00f5es do Clima (COP), do que na c\u00fapula do G20, por ter a representatividade de 195 pa\u00edses-membro da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unida (ONU).  \u201cO que o G20 pode fazer \u00e9 discutir ideias novas que possam vir a ser levadas \u00e0 Conven\u00e7\u00e3o do Clima. O Brasil pretende ocupar esse espa\u00e7o e contribuir para que, eventualmente, alguns desses elementos novos [no debate], que poderiam vir a levantar o interesse de todos os pa\u00edses, possam ser incorporados [\u00e0 COP]\u201d, disse.  A ministra Marina Silva explicou que o documento final da COP 28, em Dubai, nos Emirados \u00c1rabes Unidos, em dezembro passado, excluiu a previs\u00e3o de eliminar o uso dos combust\u00edveis f\u00f3sseis no planeta, mas que o tema pode, sim, ser abordado no GT do G20.  \u201cO G20 \u00e9 um espa\u00e7o de aterrissagem e, ao mesmo tempo, de alavancagem de quest\u00f5es. N\u00f3s podemos, aqui, concretamente, aterrissar alguns dos temas que forem deliberados. Vamos aperfei\u00e7oando para fazer com que essa nossa experi\u00eancia tenha uma contribui\u00e7\u00e3o efetiva nessa aterrissagem ou alavancagem de temas\u201d, esclareceu Marina Silva.  Agenda  O tema da sustentabilidade ambiental e clim\u00e1tica \u00e9 tratado no G20 desde 2017. Esse \u00e9 um dos 15 grupos de trabalho que comp\u00f5em a chamada Trilha de Sherpas do G20, que supervisiona as negocia\u00e7\u00f5es e discutem os pontos que formam a agenda da pr\u00f3xima c\u00fapula dos chefes de Estado do G20, em 18 e 19 de novembro, no Rio de Janeiro. LINK 2 O G20 ainda conta com a atua\u00e7\u00e3o da Trilha de Finan\u00e7as, que trata de assuntos macroecon\u00f4micos estrat\u00e9gicos.  Durante o mandato do Brasil, at\u00e9 novembro, est\u00e3o previstas 120 reuni\u00f5es de todos grupos nos formatos virtual e presencial, para alinhar os entendimentos sobre os temas.    Especificamente no cronograma de reuni\u00f5es do Grupo de Trabalho sobre Sustentabilidade Ambiental e Clim\u00e1tica do G20, est\u00e1 previsto um encontro presencial de 19 a 26 de junho, em Manaus.\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Grupo de Trabalho (GT) sobre Sustentabilidade Ambiental e Clim\u00e1tica do G20<\/a>, apresentaram a representantes de organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil, nesta sexta-feira (26), como ser\u00e3o os trabalhos em 2024, sob a presid\u00eancia rotativa do Brasil. O G20 \u00e9 o f\u00f3rum que re\u00fane as principais economias do mundo, al\u00e9m da Uni\u00e3o Africana e da Uni\u00e3o Europeia.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1578122&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1578122&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>Na abertura da sess\u00e3o virtual, a ministra do Meio Ambiente e Mudan\u00e7a do Clima, Marina Silva, explicou que o GT ter\u00e1 quatro temas priorit\u00e1rios para identificar solu\u00e7\u00f5es para os desafios ambientais e clim\u00e1ticos em \u00e2mbito mundial: adapta\u00e7\u00e3o preventiva e emergencial frente a eventos clim\u00e1ticos extremos; pagamentos por servi\u00e7os ecossist\u00eamicos (remunera\u00e7\u00e3o e incentivos a quem preserva recursos da natureza, como solo, \u00e1gua e biodiversidade); oceanos; e por fim, res\u00edduos e economia circular (desenvolvimento econ\u00f4mico associado a um melhor uso de recursos naturais).<\/p>\n\n\n\n<p>A ministra declarou que o governo do presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva quer deixar um legado com a presid\u00eancia do G20, sob o lema Construir um mundo justo e um planeta sustent\u00e1vel. \u201cComo pa\u00eds em desenvolvimento, queremos mudar a percep\u00e7\u00e3o de que o G20 \u00e9 um espa\u00e7o fechado e restrito aos pa\u00edses do norte global. A presid\u00eancia brasileira direcionar\u00e1 os trabalhos com esse olhar solid\u00e1rio e construtivo, buscando criar pontes entre pa\u00edses em desenvolvimento e desenvolvidos\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>A ministra Marina Silva tamb\u00e9m enfatizou a import\u00e2ncia da presid\u00eancia brasileira do G20, ap\u00f3s as gest\u00f5es de dois outros pa\u00edses em desenvolvimento, a&nbsp; \u00cdndia e a Indon\u00e9sia, e que ser\u00e1 sucedido pela \u00c1frica do Sul. \u201cQuatro pa\u00edses em desenvolvimento ter\u00e3o a oportunidade de assumir a presid\u00eancia dos 20 pa\u00edses mais ricos do mundo, que s\u00e3o respons\u00e1veis por 80% das emiss\u00f5es e 80% das finan\u00e7as globais. Se esses pa\u00edses resolverem fazer o dever de casa no combate \u00e0 pobreza, na redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00e3o [de gases de efeito estufa], a gente faz a diferen\u00e7a para mudar os problemas sociais e a grave crise clim\u00e1tica que o mundo est\u00e1 enfrentando\u201d, disse Marina Silva.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Participa\u00e7\u00e3o social<\/h2>\n\n\n\n<p>O primeiro di\u00e1logo virtual nesta sexta-feira contou com cerca de 800 participantes da sociedade civil, que fizeram perguntas aos representantes do MMA e do MRE.<\/p>\n\n\n\n<p>Nas reuni\u00f5es que ocorrer\u00e3o at\u00e9 novembro, o GT pretende estimular e fortalecer as discuss\u00f5es e formula\u00e7\u00f5es de pol\u00edticas p\u00fablicas relacionadas aos temas propostos pelo grupo e que possam influenciar as decis\u00f5es do G20. \u201cA decis\u00e3o do presidente Lula \u00e9 de que n\u00e3o seja apenas uma a\u00e7\u00e3o do governo brasileiro ao arrepio dos anseios da sociedade brasileira. Queremos ser influenciados, dialogar com a sociedade brasileira para a grande contribui\u00e7\u00e3o do sul global\u201d, disse a ministra.<\/p>\n\n\n\n<p>O posicionamento foi compartilhado pelo secret\u00e1rio de Clima, Energia e Meio Ambiente do Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, embaixador Andr\u00e9 Corr\u00eaa do Lago. \u201cEste governo est\u00e1 buscando assegurar uma participa\u00e7\u00e3o ativa da sociedade civil na elabora\u00e7\u00e3o de uma agenda que se tornou central, no G20\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A presidente da Funda\u00e7\u00e3o Nacional dos Povos Ind\u00edgenas (Funai), Joenia Wapichana, considera que os assuntos debatidos ser\u00e3o de extrema import\u00e2ncia aos povos ind\u00edgenas. \u201cOs povos ind\u00edgenas t\u00eam interesse em mostrar, al\u00e9m da preserva\u00e7\u00e3o ambiental, suas estrat\u00e9gias para a prote\u00e7\u00e3o das terras ind\u00edgenas e a necessidade de participarem de discuss\u00f5es que v\u00e3o beneficiar todo o planeta\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Combust\u00edveis f\u00f3sseis<\/h2>\n\n\n\n<p>Durante o encontro online, a organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental Observat\u00f3rio do Clima perguntou sobre o motivo desse grupo de trabalho n\u00e3o ter inclu\u00eddo como tema priorit\u00e1rio a transi\u00e7\u00e3o para o fim da depend\u00eancia de combust\u00edveis f\u00f3sseis.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O embaixador Andr\u00e9 Corr\u00eaa do Lago esclareceu que o assunto pode ser melhor debatido durante as Conven\u00e7\u00f5es Quadro das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Mudan\u00e7a do Clima Conven\u00e7\u00f5es do Clima (COP), do que na c\u00fapula do G20, por ter a representatividade de 195 pa\u00edses-membros da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unida (ONU).<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO que o G20 pode fazer \u00e9 discutir ideias novas que possam vir a ser levadas \u00e0 Conven\u00e7\u00e3o do Clima. O Brasil pretende ocupar esse espa\u00e7o e contribuir para que, eventualmente, alguns desses elementos novos [no debate], que poderiam vir a levantar o interesse de todos os pa\u00edses, possam ser incorporados [\u00e0 COP]\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>A ministra Marina Silva explicou que o documento final da COP 28, em Dubai, nos Emirados \u00c1rabes Unidos, em dezembro passado, excluiu a previs\u00e3o de eliminar o uso dos combust\u00edveis f\u00f3sseis no planeta, mas que o tema pode, sim, ser abordado no GT do G20.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO G20 \u00e9 um espa\u00e7o de aterrissagem e, ao mesmo tempo, de alavancagem de quest\u00f5es. N\u00f3s podemos, aqui, concretamente, aterrissar alguns dos temas que forem deliberados. Vamos aperfei\u00e7oando para fazer com que essa nossa experi\u00eancia tenha uma contribui\u00e7\u00e3o efetiva nessa aterrissagem ou alavancagem de temas\u201d, esclareceu Marina Silva.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Agenda<\/h2>\n\n\n\n<p>O tema da sustentabilidade ambiental e clim\u00e1tica \u00e9 tratado no G20 desde 2017. Esse \u00e9 um dos 15 grupos de trabalho que comp\u00f5em a chamada Trilha de Sherpas do G20, que supervisiona as negocia\u00e7\u00f5es e discutem os pontos que formam a agenda da pr\u00f3xima c\u00fapula dos chefes de Estado do G20, em 18 e 19 de novembro, no Rio de Janeiro. O G20 ainda conta com a atua\u00e7\u00e3o da Trilha de Finan\u00e7as, que trata de assuntos macroecon\u00f4micos estrat\u00e9gicos.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante o mandato do Brasil, at\u00e9 novembro, est\u00e3o previstas 120 reuni\u00f5es de todos grupos nos formatos virtual e presencial, para alinhar os entendimentos sobre os temas.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Especificamente no cronograma de reuni\u00f5es do Grupo de Trabalho sobre Sustentabilidade Ambiental e Clim\u00e1tica do G20, est\u00e1 previsto um encontro presencial de 19 a 26 de junho, em Manaus.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os minist\u00e9rios do Meio Ambiente e Mudan\u00e7a do Clima (MMA) e das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores (MRE), coordenadores do&nbsp;Grupo de Trabalho (GT) sobre Sustentabilidade Ambiental e Clim\u00e1tica do G20, apresentaram a representantes de organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil, nesta sexta-feira (26), como ser\u00e3o os trabalhos em 2024, sob a presid\u00eancia rotativa do Brasil. 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