{"id":114162,"date":"2023-11-29T14:12:04","date_gmt":"2023-11-29T17:12:04","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=114055"},"modified":"2023-11-29T14:12:04","modified_gmt":"2023-11-29T17:12:04","slug":"pesquisa-da-cnt-mostra-que-67-das-rodovias-brasileiras-tem-problemas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=114162","title":{"rendered":"Pesquisa da CNT mostra que 67% das rodovias brasileiras t\u00eam problemas"},"content":{"rendered":"\n<p>Pesquisa da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Transportes (CNT) indica que 67,5% das rodovias brasileiras t\u00eam sua extens\u00e3o classificada como regular, ruim ou p\u00e9ssima, enquanto 32,5% foi classificada como \u00f3tima ou boa. \u201cOs percentuais demonstram uma relativa estabilidade no estado geral da malha rodovi\u00e1ria brasileira, em compara\u00e7\u00e3o com os resultados do ano passado, que apresentavam, respectivamente, 66% e 34% para os mesmos n\u00edveis de classifica\u00e7\u00e3o\u201d, avaliou a entidade.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1569570&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1569570&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>Os n\u00fameros fazem parte da 26\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Pesquisa CNT de Rodovias, divulgada nesta quarta-feira (29), em parceria com o Servi\u00e7o Social do Transporte e Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem do Transporte. O levantamento deste ano avaliou 111.502 quil\u00f4metros de rodovias pavimentadas, o que corresponde a 67.659 quil\u00f4metros da malha federal e a 43.843 quil\u00f4metros dos principais trechos estaduais.<\/p>\n\n\n\n<p>A classifica\u00e7\u00e3o do estado geral compreende tr\u00eas caracter\u00edsticas da malha rodovi\u00e1ria: pavimento, sinaliza\u00e7\u00e3o e geometria da via. Levam-se em conta vari\u00e1veis como condi\u00e7\u00f5es do pavimento, das placas, do acostamento, de curvas e de pontes.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2023, 56,8% do pavimento, 63,4% da sinaliza\u00e7\u00e3o e 66% da geometria dessas vias foram avaliados como regular, ruim e p\u00e9ssima, percentuais que tamb\u00e9m ficaram pr\u00f3ximos aos registrados no ano passado: 55,5%, 60,7%, 63,9%, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA realidade que o estudo exp\u00f5e refor\u00e7a o que a CNT vem defendendo h\u00e1 anos: a necessidade de continuar mantendo investimentos perenes e que viabilizem a reconstru\u00e7\u00e3o, a restaura\u00e7\u00e3o e a manuten\u00e7\u00e3o das rodovias\u201d, disse a CNT, em nota.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cOs investimentos em infraestruturas, no Ploa [Projeto de Lei Or\u00e7ament\u00e1ria Anual] de 2024, sofreram uma redu\u00e7\u00e3o de 4,5% no volume de recursos para o setor em rela\u00e7\u00e3o ao autorizado no or\u00e7amento para infraestrutura de transporte em 2023. Diante desse cen\u00e1rio, a CNT trabalha para viabilizar um aumento na dota\u00e7\u00e3o, por meio de emendas para interven\u00e7\u00f5es priorit\u00e1rias em 2024, em conson\u00e2ncia com as prioridades do transporte e da log\u00edstica do pa\u00eds\u201d, informou a CNT.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Vigil\u00e2ncia<\/h2>\n\n\n\n<p>A pesquisa mostra que a falta de qualidade da pavimenta\u00e7\u00e3o das rodovias impacta no pre\u00e7o do frete e, consequentemente, no pre\u00e7o dos produtos para o consumidor final. \u201cSem rodovias de qualidade, o consumo de combust\u00edvel f\u00f3ssil e a emiss\u00e3o de gases tamb\u00e9m aumentam. Esses preju\u00edzos s\u00e3o calculados no \u00e2mbito da sustentabilidade, por meio do desperd\u00edcio de \u00f3leo diesel\u201d, explica a entidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A estimativa da CNT \u00e9 que, este ano, 1,139 bilh\u00e3o de litros de diesel sejam consumidos de forma desnecess\u00e1ria pela modalidade rodovi\u00e1ria do transporte nacional. A queima dessa quantidade de combust\u00edvel f\u00f3ssil deve resultar na emiss\u00e3o de 3,01 milh\u00f5es de toneladas de gases poluentes na atmosfera.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">P\u00fablico \u00d7 privado<\/h2>\n\n\n\n<p>O estudo mostra que as rodovias p\u00fablicas, que representam 76,6% da extens\u00e3o pesquisada este ano, apresentam percentuais maiores de avalia\u00e7\u00f5es negativas (77,1%). J\u00e1 entre as rodovias concessionadas, que representam 23,4% da extens\u00e3o pesquisada em 2023, 64,1% da extens\u00e3o da malha foram classificadas como boa e \u00f3tima.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Pontos cr\u00edticos<\/h2>\n\n\n\n<p>Os principais pontos cr\u00edticos registrados nas rodovias brasileiras, e citados pela CNT, incluem quedas de barreiras, eros\u00f5es nas pistas, buracos grandes, pontes ca\u00eddas e pontes estreitas. \u201cTratam-se de problemas na infraestrutura que interferem na fluidez dos ve\u00edculos, oferecendo riscos \u00e0 seguran\u00e7a dos usu\u00e1rios, aumentando significativamente a possibilidade de acidentes e gerando custos adicionais ao transporte\u201d, alerta.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre as interven\u00e7\u00f5es classificadas como priorit\u00e1rias pela entidade, est\u00e3o a elimina\u00e7\u00e3o de 2.684 pontos cr\u00edticos, sendo 207 quedas de barreiras; cinco pontes ca\u00eddas; 504 eros\u00f5es nas pistas; 1.803 unidades de coleta com buracos grandes; 67 pontes estreitas; e 62 outros tipos de pontos cr\u00edticos que possam atrapalhar a fluidez da via.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Transportes (CNT) indica que 67,5% das rodovias brasileiras t\u00eam sua extens\u00e3o classificada como regular, ruim ou p\u00e9ssima, enquanto 32,5% foi classificada como \u00f3tima ou boa. \u201cOs percentuais demonstram uma relativa estabilidade no estado geral da malha rodovi\u00e1ria brasileira, em compara\u00e7\u00e3o com os resultados do ano passado, que apresentavam, respectivamente, 66% [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":114657,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[24],"class_list":{"0":"post-114162","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-geral","8":"tag-manchete"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/114162","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=114162"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/114162\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/114657"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=114162"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=114162"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=114162"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}