{"id":112149,"date":"2023-10-18T09:00:44","date_gmt":"2023-10-18T12:00:44","guid":{"rendered":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=112149"},"modified":"2023-10-18T09:00:44","modified_gmt":"2023-10-18T12:00:44","slug":"pre-sal-da-petrobras-tem-recorde-de-processamento-de-gas-natural","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diariodoplaneta.com.br\/?p=112149","title":{"rendered":"Pr\u00e9-sal da Petrobras tem recorde de processamento de g\u00e1s natural"},"content":{"rendered":"\n<p>O processamento de g\u00e1s natural em Caraguatatuba (UTGCA) e Cabi\u00fanas (UTGCAB) foi 28,96 milh\u00f5es m\u00b3\/d de g\u00e1s em setembro desse ano. As unidades, que s\u00e3o controladas pela Petrobras, bateram o recorde do pr\u00e9-sal da Bacia de Santos. A marca anterior mais alta havia sido de 27,27 milh\u00f5es m\u00b3\/d em mar\u00e7o de 2022.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1561363&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1561363&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>O destaque foi o desempenho na unidade UTGCA, que teve volume m\u00e9dio de processamento di\u00e1rio de 9,8 milh\u00f5es de m\u00b3, com utiliza\u00e7\u00e3o recorde do duto que liga os campos da regi\u00e3o do pr\u00e9-sal com a plataforma de Mexilh\u00e3o. O valor se aproximou da capacidade m\u00e1xima do duto de escoamento entre a regi\u00e3o do pr\u00e9-sal e a Rota 1.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a Petrobras, 77% do g\u00e1s natural recebido nessas duas unidades tem origem no pr\u00e9-sal. Tanto a UTGCA quanto a UTGCAB recebem produtos dos campos de produ\u00e7\u00e3o em mar, pr\u00e9-sal e p\u00f3s-sal. Eles chegam por rotas de escoamento, ou seja, tubula\u00e7\u00f5es que ligam os campos de produ\u00e7\u00e3o em mar at\u00e9 as unidades em terra.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Produ\u00e7\u00e3o operada de \u00f3leo e g\u00e1s<\/h2>\n\n\n\n<p>Ontem (16), a estatal anunciou que tamb\u00e9m bateu recorde na produ\u00e7\u00e3o operada de \u00f3leo e g\u00e1s no terceiro trimestre de 2023. A marca foi de 3,98 milh\u00f5es de barris de \u00f3leo equivalente (boe) nas plataformas operadas pela companhia. O n\u00famero \u00e9 7,8% acima do segundo trimestre. A medida de \u00f3leo equivalente \u00e9 a que permite somar em um mesmo montante o petr\u00f3leo e o g\u00e1s natural.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro recorde da Petrobras foi registrado na produ\u00e7\u00e3o operada em setembro, com 4,1 milh\u00f5es de barris de \u00f3leo equivalente (boe), 6,8% a mais do que em agosto. Nesse mesmo m\u00eas, o montante de \u00f3leo equivalente operado somente no pr\u00e9-sal foi de 3,43 milh\u00f5es de barris.<\/p>\n\n\n\n<p>O resultado foi obtido gra\u00e7as ao crescimento da produ\u00e7\u00e3o de duas plataformas no pr\u00e9-sal da Bacia de Santos: a Almirante Barroso, que opera no campo de B\u00fazios, e P-71, no campo de Itapu. As unidades Anna Nery e Anita Garibaldi, nos campos de Marlim e Voador, na Bacia de Campos, tamb\u00e9m apareceram entre os destaques.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O processamento de g\u00e1s natural em Caraguatatuba (UTGCA) e Cabi\u00fanas (UTGCAB) foi 28,96 milh\u00f5es m\u00b3\/d de g\u00e1s em setembro desse ano. As unidades, que s\u00e3o controladas pela Petrobras, bateram o recorde do pr\u00e9-sal da Bacia de Santos. A marca anterior mais alta havia sido de 27,27 milh\u00f5es m\u00b3\/d em mar\u00e7o de 2022. 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